|  forum
 
Forum  


<< Início < Anterior | 1 2 3 4 5 | Seguinte > Final >>
- 21/10/06 22:10 Medidas a vulso, ou grandes reformas? Por uma vez queria fazer a apologia das "medidas a vulso", já que as grandes reformas salvíficas têm dado asneira. Uma medida muito simples: os professores deveriam poder substituir-se informalmente, como creio que fazem outros profissionais: médicos, bombeiros, enfermeiros, etc. Se um professor necessitar de faltar deveria poder pedir a um colega que o substituisse, ficando-lhe a dever uma (ou mais) hora(s) que seriam "pagas" noutra oportunidade. Assim todos saiam beneficiados: os alunos não perdiam aulas, e o professor não tinha falta. Quando proponho esta medida, deparo quase sempre com o argumento que isto poderia dar origem a abusos. Tento argumentar que os abusos não existiriam, porque é um processo auto-controlado: se um professor conclui que o outro a quem deu uma aula não está disposto a retribuir, então nunca mais se disponibilizará para outra. Isto seria apenas uma questão entre dois professores, sem necessidade de registo, balanços, ou qualquer tipo de burocracia. Finalmente parece que tal medida esbarra com um obstáculo burocrático intransponível que é saber quem assinaria o sumário, e para o qual a pequenita autonomia das escolas não dá solução.
Outra medida simples mas com consequências enormes no sucesso escolar: O ME deveria legislar a proibição do uso de telemóveis na sala de aula, com penalizações concretas. Vi há tempos um programa acerca de uma escola pública francesa onde os alunos nem sequer podiam entrar com telemóveis na escola.
Tendo em conta que estes aparelhos cada vez irão ter mais funções (leitor de música, máquina fotogràfica, etc.), não legislar sobre o seu uso e assobiar para o lado é desastroso. As horas gastas pelos professores a argumentar com os alunos acerca dos telemóveis são um enorme desperdício do sistema.
Gostaria ainda de chamar a atenção para o seguinte: as drásticas medidas legislativas postas em prática e anunciadas pela actual ministra dizem apenas respeito aos direitos e deveres dos professores (atacar a classe dos professores parece ser bom para as sondagens). E onde estão as medidas legislativas que se refiram aos direitos e deveres dos alunos e dos pais? Conheço professores que passram já um enorme número de horas sozinhos numa sala a cumprir o horário de "sala de estudo" ou "hora de apoio", porque a lei assim o prevê, mas não há nenhuma lei que obrigue os alunos a beneficiarem dessas horas. Na Holanda, quando um aluno excede um certo número de faltas à escola, o encarregado de educação é obrigado a ir a tribunal, perante um juiz prestar declarações e pagar uma multa (o caso não é tratado com o director de turma, nem com o presidente da escola). Dizem-me que noutros países europeus, o insucesso escolar dos alunos se reflecte no abono de família. Para quando, em Portugal, legislação semelhante? Ou pensam que podem melhorar o ensino legislando apenas sobre os direitos e deveres dos professores?
O jovem físico teórico português, Magueijo, que investiga numa U inglesa, disse uma vez numa entrevista ao Expresso que não encarava a hipótese de vir trabalhar para uma U portuguesa porque se arriscava a que o nomeassem chefe de um departamento, um cargo burocrático de prestígio e bem remunerado, mas que o impediria de fazer aquilo que gosta, que é investigar. Lembrei-me desta entrevista quando li a proposta de lei que prevê que os bons professores, de tão bons que são, subam na carreira e deixem de dar aulas, passem a fazer tarefas burocráticas e de administração.

Item editado por: mariamatos, em: PM/10/22 20:10
  | | O tópico foi bloqueado.
- 23/10/06 11:10 Comungo de algumas opiniões que manifesta na sua mensagem, mas penso que não se podem radicalizar algumas situações como:"acabar com o Ministério da Educação(ME)", "Multas aos enc. de Educação por faltas dos alunos", etc.
Como esteve fora da realidade nacional durante algum tempo, não está a contextualizar convenientemente o problema da educação em Portugal.
Sou de opinião que deve existir o ME embora concorde que deva ter um papel de regulador e não actuar tanto como o fazedor de regras e leis que por vezes são de difícil aplicação. Deve ser dada uma maior autonomia à Escola, Administrativa /Financeira e Pedagógica, respeitanto o curriculo Nacional para cada área de ensino.
Não me parece correcto levar o encarregado de educação a pagar uma coima por faltas injustificadas do aluno, mas concordo que deva ser chamnado à escola, para responder por tais faltas e impedir o aluno de frequentar as aulas se o Enc. de Educação não comparecer.
Há certos pais que não dão o acompanhamento necessário à Educação/Formação dos seus filhos, embora haja razões bem diferentes para tal comportamento. Essa é uma das causas, senão a causa principal, da indisciplina que reina em grande parte das escolas.
Há que dar mais poder aos que governam a escola, Conselho Executivo, Conselho Pedagógico e Assembleia de Escola, para modificar este conjunto de problemas.

Concordo com a ideia que hoje já existe, embora sem carácter de obrigatoriedade, de dar uma formação profissional aos alunos do 3º Ciclo do ens. Básico, que não continuem os estudos. Mas agora que a obrigatoriedade de ensino vai passar para o 12º ano, concordo que se deva considerar a hipótese de tornar essa medida obrigatória mesmo que para tal se deva dar um cunho mais prático e menos científico a esses cursos de formação.

Obrigado pela atenção.

Miguel Costa
23-10-2006
[file]
Embora seja docente, encontro-me requisitado nos Serviços Centrais do Ministério, mais concretamente no Gabinete de Gestão Financeira. Sempre estive ligado à docência e aos problemas que afectam a educação nos diversos níveis de ensino e à Administração Educacional.
  | | O tópico foi bloqueado.
- 27/10/06 19:10 Que diz a uma reforma do secundário no sentido de o tornar predominantemente profissional? Veja as minhas razões e o modo de o configurar.
Objectivo:20% de cursos gerais ( letras e ciências); 20% de cursos técnico-profissionais;60% de cursos profissionais (escolas profissionais).
Meta a alcançar dentro de 5 ou 10 anos. É necessário preparar/reconverter professores; convencer a sociedade em geral e as famílias dos jóvens em particular; associar o tecido económico e empresarial ao destino do ensino profissional; implementar a gratuitidade e a obrigatoriedade do seundário( deixar para o Superior o contributo financeiro das famílias e dos indivíduos).
Razões. A maioria dos jovens, ao fim de 12 anos de escolaridade, deve saber fazer algo de prático que lhes assegure meios mínimos de sobrevivência material e de ocupação, necessária ao equilíbrio psicológico e à estruturação da vida pessoal.
O secundário deve fechar o ciclo de aprendizagem inicial.Contribuirá para a autonomização e qualidade do ensino básico e secundário, fará outro sentido para os jovens e aumentará a liberdade de escolha do ensino superior.
É necessário inverter a nossa tendência para privilegiar um ensino teórico, normativo, explicativo, pretensamente científico o qual não serve o desenvolvimento das pessoas nem o desnvolvimento socio-económico do país e promove uma cultura legalista, nominalista e conservadora.
O ensino/formação profissional, actualmente, não se limita à formação técnica mas comporta dimensões socio-económicas e culturais importantes.
Os 40% que não seguem a via profissional do secundário adiam para o 1ºciclo do Superior a profissionalização.(processo de Bolonha).
Neste quadro os jovens, após conclusão do 9º ano, podem fazer uma primeira escolha entre três vias de desnvolvimento da inteligência: inteligência científica e técnica; inteligência literária e relacional e inteligência operativa e prática. Não são, por isso, os mais inteligentes que entram nos cursos geral e técnico-profissional mas aqueles que revelam essas formas de inteligência. Esta fórmula promove realmente a diferenciação e a igualdade.
A profissionalização do secundário, segundo esta fórmula, merecia um referendo?
  | | O tópico foi bloqueado.
- 28/10/06 13:10 O que digo, caro rutra? Digo que sim, é claro. Embora as escolas não sirvam para abastecer o mercado de trabalho - o aluno é o cliente da escola, não é a sua matéria-prima - é claro que a maioria dos alunos tem em vista adquirir conhecimentos que possam ser rentabilizados, e é nosso dever fornecer-lhos.
A proporção que você propõe parece-me plausível, sem prejuízo dos eventuais ajustes resultantes das opções tomadas individualmente, consoante os diversos tipos de inteligência. Mas não esqueçamos a imprescindibilidade dos «conhecimentos inúteis» ...
  | | O tópico foi bloqueado.
- 14/11/06 15:11 Educação

A educação - ensino, é um assunto complexo, sofre desde longa data,
resultante das sucessivas políticas boas e sobretudo más para o sector.
Não existem receitas milagrosas, de um dia para o outro, pois o que é
aplicado agora só poderá ser notado daqui a muitos anos e nós sabemos como
os governos mudam, logo essas políticas também mudam!
Por outro lado o que funciona aqui pode não funcionar noutro lado.
Deverá ser feita uma maior aposta nos professores de maneira a haver uma
maior aproximação entre eles e os alunos apostando também numa maior
credibilização da classe profissional.
Os futuros professores deverão ser sujeitos a selecções mais rigorosas.
Quanto ao ensino propriamente dito, deverá ser dada uma maior implantação
por todo o país de escolas profissionais, procurando uma maior interligação entre as mesmas e as empresas, de maneira a responderem às necessidades práticas do mercado de trabalho.
Os programas deverão também ser mais flexíveis, tendo em conta os diversos
tipos de alunos e suas apetências.
O Estado deveria apostar mais na formação.
  | | O tópico foi bloqueado.
- 25/11/06 18:11 A Escola e a Educação que a esta está subadjacente, nos dias de hoje, não poderão ser percebidas fora do contexto da sua própria “história” política e da sociedade, em que se insere. Daí que, antes de se pensar em transformar/propor mudanças sejam elas quais forem a natureza de que se venham a revestir (mesmo sendo imperativo que se faça) dizia que, é importante avaliar o percurso da Escola, da formação dos Professores e do entendimento geral que, alunos e encarregados de educação têm desta, face às aprendizagens, à função específica de uma Escola e sobretudo face ao conhecimento científico adquirido, pelo menos nos últimos 25 a 30 anos.
Há muito que a Escola deixou de ser um centro de formação científica, um lugar de aprendizagem para a vida cultural e social. Vocábulos como “disciplina”, “respeito”, tolerância”, o direito à diferença, o direito a opinião, a “responsabilidade”, a “competência”, o “profissionalismo” e até mesmo a “liberdade de expressão” deixaram de fazer parte das atitudes e dos valores a preservar e a divulgar, junto dos alunos, nas nossas Escolas e, nestes incluo os elementos dos conselhos directivos, enquanto docentes que também o são. Quando um barco navega ao sabor da vontade expressa e única do seu comandante, sem um rumo traçado e sem fazer uma avaliação dos danos que poderá causar, ao barco e aos seus tripulantes, certamente será apanhado por alguma tempestade e se perderá nas teias dos oceanos, por onde navega. Quero com isto dizer que há Escolas que são geridas unilateralmente, porque os órgãos do conselho pedagógico e de assembleia de escola simplesmente são ineficazes e inoperantes. Porque é amigo do amigo, porque se é pouco interessado e profissionalmente irresponsável, porque não vale a pena, porque é o sistema, porque os pais têm muita força, porque a ministra quer que os alunos passem, e porque, e porque… são tudo uma questão de estatística e nada mais interessa. Nem a própria consciência de quem assim actua. Felizmente vão havendo excepções, ainda. Porém, sem voz activa, porque o são em minoria e as excepções são um alvo a abater. E os problemas do conhecimento e da disciplina e da formação de cidadãos conscientes não se resolverão com “autonomias”, não se resolverão sem responsabilização individual e colectiva e muito menos sem exigência didáctica e pedagógica. Também não irão ser resolvidos com o novo estatuto! E neste não vi qualquer medida de limitação de mandatos, por exemplo, para os membros do conselho executivo. E no entanto, é aqui que o caciquismo e a inércia têm início. Eu não acredito em qualquer mudança sem mudança, passo a redundância, neste campo. As Escolas carecem de “vigilância” superior e é urgente que os serviços de inspecção actuem, pedagógica e preventivamente, no terreno. Que responsabilizem os conselhos directivos, face ao cumprimento ou não, das directrizes emanadas do Ministério da tutela, ao invés de solicitarem “relatórios” ao departamento da Inspecção, que ficam por isso mesmo.
A questão é pois, mais profunda e não se resolve com regulamentos, simplesmente. É só olhar para a Inglaterra, por exemplo, e ver onde desaguaram as águas da “autonomia”. E estamos a falar de uma sociedade dotada de uma estrutura cultural e mental diametralmente oposta à nossa, pelo abismo diferencial (a começar pela noção que têm do colectivo social e do dever social). É uma questão de cultura e de mentalidade e neste domínio o tempo rege-se por longuíssimos períodos de tempo. Muda-se o modo de pensar e de agir com uma legislação? Claro que não! Será o bastante olhar a inúmera legislação que vem desde a segunda metade do século XIX, no respeitante à Educação e em particular à obrigatoriedade da frequência do Ensino Básico (o qual ao longo dos séculos teve as suas variantes e avizinha-se outra) para facilmente concluirmos da sua ineficácia prática. E aqui impõe-se outra questão: será que os alunos irão ter mais conhecimentos, irão aprender mais e melhor, irá baixar o abandono escolar … se, se alargar o ensino obrigatório e ou reestruturar os ciclos existentes?
Os níveis de exigência e de respeito têm diminuído, drasticamente, nas Escolas, nos últimos anos. E, curiosamente constato que, ao nível da indisciplina, esta é directamente proporcional aos níveis de escolaridade. Ao nível das aprendizagens, de métodos de estudo, de responsabilização, de consciência do valor representativo e real da Escola e das aprendizagens para a vida e na formação global do indivíduo, a proporcionalidade é inversa. Mais velhos, mais indisciplinados, menos trabalhadores. Esta é uma abordagem que merece atenção e estudo. Então a Escola está a formar ou a deformar? E quais serão as razões para que tal se verifique? E aqui reside a importância da avaliação interna e externa das Escolas.
Mas há que reeducar a outros níveis: alunos, encarregados de educação, funcionários e professores. Aos alunos é urgente dizer-lhes que sem estudo não há sucesso educativo; aos encarregados de educação dizer-lhes que sem co-responsabilização e cooperação educativa e disciplinar não haverá formação e futuro para os seus filhos; aos funcionários que também eles são formadores e que deverão cumprir e fazer cumprir o regulamento, além de cumprirem com os deveres decorrentes da profissão; aos professores que estes devem cumprir os deveres a que estão obrigados, em toda a sua extensão. E neste inclui-se a responsabilização pelos seus actos, sejam docentes em exercício lectivo ou de gestão. A formação individual e a actualização, no âmbito do “aprender ao longo da vida” deverão ser a máxima, a par do respeito que todos os alunos são merecedores. E por isso mesmo, ainda que dê” trabalho” (dá e muito) é sua obrigação dotar os alunos de um máximo de competências/aprendizagens, aptidões e instrumentos, também disciplinarmente, e prepará-los para a vida. O que se “ouve” por diversas Escolas deste país é que “ a senhora ministra quer que os alunos passem e nós passámo-los”. Expressão leviana e irresponsável. Infelizmente bastante frequente, também na prática. Os resultados estão aí, com as classificações obtidas ao nível do 9 e 12 anos. E assim, levianamente, as Escolas estão a “fabricar” gerações de “analfabetos” e de inaptos. Uma nova forma de analfabetismo sim, mas também literário e cultural.
Sem uma intervenção objectiva por parte do Ministério da Educação, ao nível de definição específica e obrigatória de aprendizagens e a definição de um tecto mínimo para os critérios de avaliação a ser exigíveis aos alunos, (tal como fez para as competências que até ficaram esquecidas no fundo de uma arca, algures) a comprovar em exame nacional, com efeitos de aprovação e/ou de reprovação de ciclo, dizia que, sem essa intervenção muito pouco mudar-se-á, na vida e na atitude das Escolas. Com a “autonomia” a tendência será a de agravamento das situações anómalas existentes.
E, retomando o analfabetismo moderno (que já não se situa no domínio das informáticas) existe uma outra doença, generalizada, nas Escolas: os alunos abrangidos pelo Regime Educativo Especial. Se aos outros alunos, vulgo chamado de regime normal, muito pouco lhes é exigível, ao nível das aprendizagens reais (recolha-se a informação produzida nas Escolas e avalie-se) aos alunos integrados neste regime quase que apenas, se exige que esses tenham assiduidade. É corrente a ideia e a prática que a integração nesse regime garante a transição de ano e de ciclo de escolaridade. Quase que é vedado ao docente o direito de decidir se o seu aluno está em condições de transitar ou não. São situações bastante difíceis de gerir, em conselho de turma. Também aqui urge a necessidade de intervir e de regulamentar. Sob pena de estarmos a criar uma Escola generalista de “especiais” social e profissionalmente inaptos, quando a grande maioria não carece desse estatuto e muitos dos “relatórios” existentes não são suficientes, nem esclarecedores ou estão desactualizados, para a continuidade da aplicação do mesmo estatuto. E os “familiares” “PEI” são para esquecer, pois são apenas formulários que se preenchem e onde é gasto imensas horas.
A preguiça, a má educação, a falta de profissionalismo, o caciquismo não se resolvem por pura alteração de estatuto e com a tão famigerada autonomia das Escolas (não nos esqueçamos que o documento da autonomia prevê que os conselhos directivos escolham os docentes). Mesmo sem autonomia, e com directrizes precisas sobre a elaboração de horários, há escolas que inflacionam horários…
E é preciso ter cuidados acrescidos quando se fala de avaliação dos professores, quer pelos encarregados de educação quer por parte dos órgãos pedagógicos e de gestão das Escolas. A avaliação deveria de ser ao vivo, no terreno feita por elementos da inspecção pedagógica e ou outros docentes universitários e ou outros docentes nomeados pelo Ministério da Educação, exteriores à própria Escola. Só assim teremos uma avaliação isenta e séria, compatível com os votos expressos pela senhora Ministra.
Por todas as razões atrás expostas e pelo enquadramento mental que assiste, por formação, à maioria dos encarregados de educação, na faixa etária até aos 30 - 40 anos de idade, esta também não será equitativa e justa. Porque não depende, em exclusivo, da formação académica desses, mas sim do entendimento que eles têm, do valor que uma boa educação (e por acréscimo um bom professor) poderá representar para o seu filho. E neste sentido, há muitos encarregados de educação que, à semelhança da maioria da nossa sociedade, o valor reside no “já” e no ter “agora”. A esses não interessará a qualidade, mas a quantidade; não interessará ser disciplinador, mas sim “tolerante” (a nova palavra para a “balda”, para o professor “fixe”).
Termino agradecendo a oportunidade dada para libertar o meu “silenciado” pensamento sobre as”coisas” da Educação. E este não tem a veleidade de ferir as susceptibilidades, de quem quer que seja. Porque também eu sou professor.
  | | O tópico foi bloqueado.
<< Início < Anterior | 1 2 3 4 5 | Seguinte > Final >>